O PRB confirmou que a saída do grupo PR, PSC e PRB do governo cachoeirense é um pedido do senador Magno Malta (PR). Porém, a jutificativa não é administrativa, como usou o PMN, que, mesmo despejado, informou ter saído por conta de susposta corrupção na prefeitura. O motivo do processo de ruptura – totalmente reversível – do grupo é extremamente político.
Junto com a carta que o vice-prefeito Braz Barros (PR) entregou ao prefeito Casteglione (PT), também foram deixados ao petista os cargos dos secretários Delandi Macedo (Meio Ambiente - PSC) e Vasni Barbosa (Planejamento – PRB).
Com o episódio da Comissão Processante na câmara, a prefeitura iniciou processo de identificação de seus aliados e jogou pela janela do palácio quem se mostrou adversário. A revolta do grupo ‘malta’ é ter ido para parede quando sempre se viu como aliado de primeira hora e acima de qualquer suspeita.
Inclusive, segundo o próprio PRB, Magno Malta recomendou a saída por o grupo não ser visto como colaborador; ou seja, se não é considerado aliado não tem porque continuar na administração.
Porém, esse mesmo grupo se esquece de alguns detalhes: somente os dois secretários e o vice-prefeito são parceiros – e é unicamente por conta disso que permaneceram até então -; Magno e o vereador Glauber Coelho não são. Talvez, a conversa que o governo quer ter é nesse sentido, justa por sinal.
Vejo que uma conversa amigável e o reconhecimento do papel de Vasni, Delandi e Braz até o momento por parte do prefeito pode baixar a poeira e fazer com que todos deem a volta por cima, com exceção do senador. Afinal, alguns quadros técnicos do PMN e PV irão ficar na prefeitura. Sendo assim, por que o mesmo não aconteceria com o grupo ‘malta’?

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